Angola: Abel Chivukuvuku mostra-se confiante, no Bengo, em desfecho favorável ao seu novo projeto político

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Abel Chivukuvuku mostrou-se confiante num desfecho favorável ao processo de legalização do seu novo projeto político, Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola – Servir Angola, com a sigla, PRA-JA Servir Angola.

político Abel Epalanga Chivukuvuku mostrou-se confiante nesta sexta-feira (20.11), em Caxito, província do Bengo, num desfecho positivo ao processo de legalização do projeto politico Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola – Servir Angola, que tem a sigla PRA-JA Servir Angola.

Segundo Chivukuvuku, a sua comissão e o Tribunal Constitucional têm mantido encontros regulares e as conversações decorrem a bom ritmo.

“Requisitos”

“[…] Temos cumprido todos os requisitos necessários, e o PRA-JA é uma realidade da vida política nacional, que está presente em todas províncias e em todos municípios. Aqui, na província do Bengo, estamos em todos municípios, e [estamos] organizados e dinâmicos. Do ponto de vista legal, não há nada que obste de continuarmos a trabalhar com o Tribunal Constitucional”, disse.

Nos últimos tempos, e durante a pandemia da Covid-19, manifestações eclodiram em quase todo país por causa do elevado custo de vida, do desemprego e a não realização das autarquias.

O político Abel Chivukuvuku apelou aos manifestantes e autoridades por uma melhor coordenação, para se evitar desfechos tristes.

“Manifestações têm que ter sempre caráter pacífico, ordeiro e coordenado com os órgãos de defesa e segurança do país, para que não atrapalhe a evolução do país. Por outro lado, é necessário que os órgãos da ordem pública tenham a experiência e a consciência do seu papel e não sejam eles, também, autores de desacato e violência”, acrescentou.

Morte do jovem Inocêncio de Matos

Numa altura em que se continua a busca de respostas sobre a causa da morte do Jovem manifestante Inocêncio de Matos, a 11 de Novembro, durante protestis, o político e coordenador do projeto PRA-JA Servir Angola pediu engajamento de todos para que se esclareça o caso.

“Temos responsabilidades diferenciadas. Os governantes têm responsabilidade de governar e, nós, temos a responsabilidade de transmitir a nossa visão ao país. E também dar as nossas opiniões sobre como os caminhos do país deveriam ser trilhados”

Durante a sua estadia na província do Bengo, o político manteve encontros separados com responsáveis locais do seu projeto, bem como com o bispo da Diocese de Caxito, Dom Maurício Agostinho Camuto, que o encorajou a lutar para ver a sua força politica legalizada.

DW África 

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