Angola: Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) reivindicam morte de “19 combatentes” das Forças Armadas Angolanas (FAA)

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As Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) anunciam que 19 combatentes das Forças Armadas Angolanas (FAA) foram mortos em confronto com a guerrilha cabindesa, que perdeu também um homem.

O comunicado assinado pelo Comandante das Forças Armadas de Cabinda (FAC) refere que uma viatura militar das Forças Armadas Angolanas (FAA) foi atacada, na noite de terça-feira para quarta-feira, por combatentes cabindenses na estrada que liga as vilas de Buco-Zau e Dinge, fazendo 12 mortos e vários feridos do lado das forças angolanas.

Esta manhã, na picada que conduz à aldeia de Chimbanza, região  de Necuto, sete soldados das Forças Armadas Angolanas (FAA) que patrulhavam a zona foram mortos num confronto em que as Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) perderam também um combatente.

Últimas mortes na região

A última notícia que dava conta de mortes na região data de junho, quando a organização independentista do enclave angolano de Cabinda comunicou a morte de dois civis num ataque das Forças Armadas Angolanas (FAA) a uma posição das Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC).

A Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) mantém há vários anos uma luta pela independência do território, de onde provém grande parte do petróleo angolano. O movimento considera que o enclave era um protetorado português, tal como ficou estabelecido no Tratado de Simulambuco, assinado em 1885, e não parte integrante do território angolano.

O Governo angolano não confirma a existência de mortes entre o seu exército no território., que considera nacional.

 

 

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