Angola: O Poder nunca foi e jamais será o fim último do Activismo

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O Activista por via de regra não deve desejar o poder, as acções de um Activista não deve ser influenciado políticamente nem tão pouco agir sob conflitos de interesse. O Activista não é amigo do ACJ nem inimigo do JLO.

Não luta para alternar o poder político mas luta para promover, exigir e pressionar o poder político a resolver o problema do povo.

O activismo promove o desenvolvimento da sociedade, a justiça social e o bem estar colectiva. Por natureza, o Activista é uma pessoa do bem, não é inimiga do Estado nem tão pouco ARRUACEIRO, todavia constitui o corpo dos agentes de desenvolvimento comunitário.

Os ACTIVISTAS verdadeiros não têm preferência num nem tão pouco noutro, o que importa é que quaisquer um que estiver no exercício do poder político do Estado, tem o dever de satisfazer as necessidades coletivas e promover uma sociedade justa, com o respeito dos direitos e garantias dos cidadãos.

Por isso é necessário manter-se o activismo equidistante dos políticos, tanto do poder como da oposição, não podemos esquecer de manter uma distância também aos antigos Activistas que hoje em dia fazem parte de bancadas parlamentares de partidos, esses nessa condição, já são influenciados politicamente e, Já têm interesses políticos.

Em Angola tudo agora anda confuso, ninguém sabe o papel de cada agente da sociedade, tudo desorganizado.

Sangue suga NOT

Activismo sempre, juntos pela justiça justa.

Lucrécio Filipe Daniel

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