Angola: Fui expulso da Clínica Girassol porque não aceitei ser homossexual

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Abrindo os catálogos históricos, nos cruzamos com relatos segundo os quais, na Caldeia, o mais antigo berço da civilização, encontram – se os primeiros vestígios da homossexualidade e bissexualidade.

A severidade da lei mosaica à intolerância a esse crime, era na verdade forte e letal, o fogo dos céus destruiu Sodoma e Gomorra, cujos habitantes tentaram coagir os dois anjos enviados por Deus ao serviço de Loth.

As igrejas em tempos remotos se opunham cabalmente à tal acto abominável, para Santo Agostinho os órgão reprodutores tinham a finalidade natural de procriação e em nenhuma hipótese poderiam ser usados para outra forma de prazer contra – natura, sendo a homossexualidade e a bissexualidade, uma perversão do instinto sexual com disposição (des)natural dos prazeres sexuais.

Na verdade, o homossexual procura ser o género oposto (feminino), é o homem em busca de ser uma. Na verdade, o homossexualismo destrói a estrutura masculina transformando – a em feminina, desde o ponto de vista comportamental e funcional, o mesmo acontece com o lesbinismo. Não pode um homossexual continuar a manifestar as propriedades fisiológicas de um homem, os homossexuais, com o decorrer do tempo, perdem toda a erecção sexual produzida face à um estímulo de natureza feminina, transformam – se em afeminados de maneira absoluta, começam a se apaixonar com homens iguais, e a sem ter aversão à mulheres, no caso dos bissexuais, precisariam sempre de um parceiro do mesmo género para que viessem satisfazer as suas parceiras, porém, acabam se transformando, mais tarde, em homossexuais, pela perda da potência sexual secundária a utilização do reto e do anus como um canal de cópula. Tanto o homossexualismo quanto o bissexualismo passam a encerrar princípios de modificação permanente do “status” fisiológico do homem acarretando – o a mudança definitiva da orientação sexual do indivíduo e da forma de comportamento do indivíduo.

O médico, analista político, mestre em filosofia política, influenciador digital e activista social, recentemente num live realizado por Leonardo Quarente “no facebook” declarou publicamente que, foi expulso da Clínica Girassol por não ter aceite ser gay. Dr João Hungulo disse que na altura trabalhava nessa clínica como um enfermeiro licenciado, não era médio (era simplesmente estudante de medicina) nesta óptica, sob orientação do director administrativo, Sabino Vasco e do director geral, Nené Filipe, o médico ortopedista, Claudio Castilho (bissexual) o obrigava que tinha de ser gay ou bissexual, para que pudesse continuar como funcionário dessa clínica.

Neste âmago, Dr João Hungulo, negou ser homossexual ou bissexual, como era o imperativo levantado por Claudio Castilho. Por ter negado ser bissexual ou homossexual, mesmo não tendo feito nenhum mal que comprometesse a sua actividade laboral, enquanto funcionário da área de enfermagem, foi forçado à abandonar a Clínica Girassol. Claudio Castilho (médico ortopedista e traumatologista) andou variadas vezes atrás de João Hungulo (nesta altura, enfermeiro licenciado) obrigando – o que, viesse namorar com ele, prometia fundos imundos, até prometia abandonar a mulher casada, com a qual tinha três filhos, para ficar com o enfermeiro licenciado, porém, o enfermeiro negou de forma categórica qualquer imperativo que o viesse transformar em homossexual ou bissexual.

Claudio Castilho prometia dinheiro, casa, acréscimo de salário do enfermeiro, e, até, promoção ao mais alto escalão do visado, porém, a vítima limitou – se à negar de forma absoluta todas as propostas impostas por Claudio Castilho. Desde então, passou a apresentar a proposta, segundo a qual, o visado não poderia continuar naquela clínica enquanto não aceitasse ser homossexual ou bissexual, presumia – se, ser um imperativo inegável, caso o visado quisesse continuar enquanto enfermeiro daquela clínica, longe disso, não era possível continuar a exercitar a actividade de enfermaria na Clínica Girassol.

João Hungulo, disse ainda que, a maior parte dos enfermeiros que trabalham na Clínica Girassol, na categoria de licenciados nesta área, muitos dos quais, foram forçados à transformar – se em homossexuais ou bissexuais, para poderem continuar a prestar os seus serviços nesta clínica. Muitos dos licenciados em enfermagem foram sujeitos à escolher: “ou ser bixessual ou homossexual e continuar na clínica, ou então, retirar – se da clínica, era um imperativo, acrescentou”.

Parece que, a Clínica Girassol, transformou – se em círculo da actividade homossexual em Angola, sendo no entanto proibido ser heterossexual para dar avante o desenvolver de qualquer acção do forum laboral, sobretudo no ramo da enfermaria, razão mediante a qual, somente homossexuais ou bissexuais são permitidos à trabalharem nesta clínica como licenciados em enfermaria, chega – se à seguinte questão: a clínica é um motel de homossexuais ou bissexuais, ou então, uma instituição de indivíduos carentes de saúde?

Se a clínica é uma instituição de indivíduos carentes de saúde porque razão era imperativo ser homossexual ou bissexual para ser enfermeiro nesta clínica? Não era por acaso aquela clínica uma instituição com dupla função? O de clínica e o de motel dos homossexuais?! Se não era um motel de homossexuais, porque razão, somente homossexuais ou bissexuais podiam exercer actividade de enfermaria nesta clínica?

É engraçado quanto uma clínica cria como doutrina para recrutar os seus funcionários para a enfermaria padrões aéticos e contra – natura, a homossexualidade é um princípio abominável segundo a bíblia, desde logo, quando a Clínica Girassol obriga aos seus funcionários (sobretudo da zona da enfermaria) a se transformarem em homossexuais ou bissexuais para poderem dar o seu contributo no âmbito laboral, quer passar a mensagem segundo a qual, é proibido ser homem nessa clínica, ou seja, ninguém pode formar uma família baseada em princípio padrão, se quiser dar lugar à qualquer actividade laboral nesta clínica. Desde logo, será pois uma clinica satánica onde somente a sodomia seja vista como o único meio imposto à todos os funcionários que ali quiserem prestar as suas actividades laborais? É um erro traço o que os directores desta clínica têm vindo a defender.

Ambos os directores geral e administrativo foram os responsáveis por transformar variados enfermeiros (muitos dos quais eram casados) em homossexuais ou bissexuais, parecia ser um imperativo inegável para as actividades à serem prestadas neste lugar. O saber que seria a norma basilar para tornar – se servo deste lugar transformou – se em inoperante e imprestável, passando a opção sexual a ser transformada no passaporte para entrar nesta clínica como funcionário para o ramo da enfermaria.

Angola é um “Estado Democrático e de Direito”, só não se percebe que num “Estado Democrático e de Direito” tenha que se ser “gay” para trabalhar numa clínica do Estado com gestão privada, desde quando é que para se ser enfermeiro de uma clínica do Estado com gestão privada um cidadão é forçado à ser gay ou bissexual?

Dede quando é que para o exercício de uma profissão como a enfermaria a homossexualidade deve servir de fórmula imperativa para tal profissão? É excessivamente lascivo saber que, no exércício profissional da enfermaria, sobretudo na Clínica Girassol, por mais saber que alguém venha possuir, enquanto não aceitar ser “gay” o cidadão é expulso sem explicação nenhuma, sem fundamentação nenhuma da expulsão do cidadão.

O cidadão visado sofreu variadas vezes atentados lascivo que ferem a personalidade moral de cada pessoa, simplesmente por achar – se heterossexual, os responsáveis da Clínica Girassol obrigavam – no que fosse transformado em homossexual caso quisesse dar avança as suas actividades laborais enquanto enfermeiro, por ter negado de forma categórica a homossexualidade, o jovem foi posto na rua, sem nenhum fundamento, sequer.

A pergunta que não se cala é a seguinte: “Será que a Clínica Girassol serve aos homossexuais e bissexuais ou a Clínica Girassol serve a população no seu geral? Se, serve a população no seu geral porque razão um terço dos enfermeiros lá presentes foram transformados em homossexuais ou bissexuais?”

Em primeira instância, muitas famílias sofreram erosão pelo facto dos enfermeiros terem sido transformados em bissexuais ou homossexuais, muitos dos quais, por mais que continuam com as suas parceiras, não apresentam mais capacidade física para satisfazer sexualmente as suas mulheres, foram afeminados totalmente, razão mediante a qual, a grande maioria dessa classe passou a divorciar, e, optar pelo celibato.

A homossexualidade ou bissexualidade derruba a potência sexual, deixando o homem totalmente afeminado, nesta óptica, a grande maioria dos enfermeiros transformados em bissexuais ou homossexuais perderam a sensibilidade ao tato feminino, e, outros apanharam impotência sexual, razão mediante a qual, passaram a abandonar as suas parceiras para ficarem reféns do homossexualismo.

Isto é um crime contra a humanidade, transformar de forma propositada humanos normais em pervertidos sexuais, para satisfazer vontades satánicas de entes superiores, vejam onde Angola chegou, uma clínica cuja missão seria simplesmente salvar vidas agora transformou – se em moteis de homossexuais e bissexuais.

Ninguém pode ser forçado à ser bissexual, homossexual ou transessexual só por querer satisfazer as vontades sexuais dos que dirigem as instituições do Estado, o direito à dignidade da pessoa humana é um direito plasmado na “Carta Magna”, desde logo, não se deve aceitar que as pessoas sejam transformadas em homossexuais para poderem exercer uma determinada actividade profissional.

Os homens podem sacrificar tudo, porém, ninguém deve aceitar sacrificar a sua honra, ou a sua dignidade só para satisfazer interesses monetários. A honra e a dignidade não se adquirem com dinheiro, o dinheiro pode tudo, mas não pode comprar honra, comprar dignidade, comprar vida, comprar felicidade, há que colocar as coisas na balança antes de aceitar imperativos imorais.

 João Hungulo

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