Angola: MPLA que tem o exército, a polícia e a secreta como sua propriedade privada

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Só precisa o povo para contar as estatísticas: Estaríamos a nos enganar a nós mesmos se acreditássemos que o exército, a Polícia e a secreta estão ao serviço do povo, o que não corresponde com a realidade dos factos. 

Toda essa maquinaria sempre repressiva quando solicitados para cumprir missões dentro ou fora de Angola, está sim claramente ao serviço do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), basta reparar que até tropas angolanas são enviadas para fora do país.

Sem qualquer autorização da assembleia, mesmo essa sendo a farsa que é. Mas é lá ao menos onde está a outra parcela de deputados angolanos que não têm nada ver com o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), para concordar ou discordar.

O Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) dá provas claras de que não precisa do povo para nada e do seu voto é mesmo uma simulação. Porque com votos ou sem eles contam com quase tudo no país e sob o seu controlo para lhes legalizar o poder com votos necessários ou sem eles.

Quem precisa do povo, não trata assim o povo como se fosse restos de calhau ou de migalhas num deserto. Pois, só assim se compreende que famílias inteiras ficam anos e anos abandonados à sua sorte ao relento com casas demolidas e sem o mínimo de atenção do estado. A norma é quem precisa de um povo, o tratar com carinho, respeito e dignidade.

Vocês mesmos que vivem aí, os sensatos alguém me pode garantir que tem recebido este tratamento por parte do governo sob gestão do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA)? Se minto desmentem-me por favor, se exagero digam-me bem alto e bom tom, que não é bem assim?

O povo para o Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA) é aquilo que eu digo sempre, não passa de um mero detalhe que conta para as estatísticas. Nestes tempos em que a presença policial partidarizada que recebe ordens de várias pessoas, desde o comandante da polícia, chefe da secreta.

Da casa militar e de João Lourenço (JLO), nas mais diversas situações do momento político angolano, explorando sempre até de forma criminosa a instrumentalização da força militarizada transformada em sua propriedade.

Fernando Vumby

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