Brasil: Angola ganha novo “bloco” de exploração petrolífero

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A Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência (FPSO, sigla inglesa) denominada Armada Olombendo, instalada no Bloco 15/06, em águas profundas angolanas, entrou em funcionamento esta sexta-feira, numa acção da petrolifera italiana Eni Angola.

Com uma capacidade máxima de produção estimada em 15 mil barris de óleo por dia, o arranque dessa plataforma enquadra-se no projecto de desenvolvimento de Cabaça Norte, conforme confirmam, em nota de imprensa, a Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG) e a operadora Eni Angola.

Segundo o documento, o desenvolvimento de Cabaça Norte vai aumentar e sustentar o “plateau” da Armada Olombendo, uma FPSO de descarga e queima processual zero, com uma capacidade global de 100 mil barris de óleo por dia.

A nota avança que o arranque dessa unidade é mais um exemplo de como a Eni Angola e os seus parceiros, sob a égide da ANPG, continuam a criar valor no Bloco 15/06, através da sua estratégia de exploração de infra-estruturas, gerando uma linha de ligações submarinas eficazes e maximizando a utilização das instalações existentes na área de forma sustentável.

Este é o segundo anúncio de início de produção feito pela Eni Angola em 2021, depois de ter antecipado a produção do campo Cuica, em Julho último. Espera-se ainda um terceiro nos próximos meses, com a entrada antecipada em produção de Ndungu, na área ocidental do Bloco 15/06.

O Bloco 15/06 é operado pela Eni Angola com uma quota-parte de 36,84 por cento, igual percentagem da Sonangol Pesquisa & Produção, enquanto a SSI Fifteen Limited tem 26,32%.

A Eni Angola é igualmente a operadora dos blocos de exploração Cabinda Norte, Cabinda Centro, 1/14 e 28, bem como do Novo Consórcio de Gás (NGC). Tem ainda participações nos Blocos não operados 0, 3/05, 3/05, 14, 14 K/A-IMI, 15 e na Angola LNG.

 

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