Sousa Jamba: Temos que defender assiduamente o Adalberto Costa Júnior perante “os ataques” do MPLA

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Como vários membros da UNITA, achei o acórdão do último congresso que elegeu o Engenheiro Adalberto Costa Júnior uma interferência vergonhosa nos assuntos internos do nosso partido. Decidimos, então, mudar os nossos perfis no FB com a imagem do ACJ. Depois do próximo congresso e a eleição do ACJ,  tudo voltará  ao normal.

Um militante deve apoiar o seu líder — quando o mesmo merecer o apoio. Foi isto que sempre fiz com o Mais Velho Samakuva; quando ele era maltratado e desrespeitado pela imprensa estatal, fiz tudo para assegurar o bom nome do nosso líder. Houve falsidades sobre suposto filho ilegítimo, Charles Sandália,  (que até chegou a ser entrevistado na imprensa estatal); sobre  compra de casas em Londres; sobre compra de mansão em Talatona; de  transações duvidosas com figuras portuguesas etc. Tudo isto era falso e fizemos tudo para defender o nosso presidente.

 A única diferença é que na altura não havia os Carlos Albertos, David Mendes, Rui Galhardos,  cuja missão principal era manchar a imagem do presidente da UNITA. A imprensa estatal, fazendo um papel altamente vergonhoso, ignora o ACJ mas realça todo tipo  de calúnias contra ele.

Na sua conquista do continente Africano, os Britânicos tinham a famosa “Maxim Gun” — uma metralhadora que amedrontava os Africanos. Os Zulus, porém, devido a sua organização e fidelidade ao seu chefe, Shaka, chegaram a vencer os Britânicos, numa famosa batalha em 1879, usando lanças, escudos, etc. Alguns de nós decidimos que iríamos defender o ACJ usando o que estava ao nosso alcance; as várias armas do outro lado não iriam nos intimidar!

Muitos de nós não temos uma outra opção senão defender o presidente do nosso partido. Temos que defender assiduamente o ACJ perante os ataques ao seu bom nome vindo de várias partes das estruturas governamentais e do partido MPLA.

O Galhardo é uma recente adição ao elenco da equipa da diabolização do ACJ. Este veio com a tarefa ignóbil de caluniar o ACJ usando todas mentiras possíveis.  Vai se chegar á um ponto em que o Galhardo será uma figura absurda, quase cómica, sem nenhuma credibilidade e será, então, descartado pelos seus titereiros. É assim que estas coisas funcionam…

Não faz sentido nenhum adotarmos uma postura de indiferença perante ataques, em certos casos inspirados pelo racismo, de apito de cachorro; especulações sobre a árvore genealógica da família do ACJ visam  nada mais do que distanciar o mesmo do público, o que não está a acontecer.

Num debate raro (em que  a UNITA fez-se presente com o Deputado Nelito Ekuikui) o David Mendes estava numa das duas incursões contra o ACJ quando o Ekuikui interviu; o David Mendes não gostou e falou de “endeusamento” e “culto de personalidade” na UNITA etc. Da mesma forma que um culto de personalidade não é justificável, ataques persistentes e implacáveis contra uma figura que não se pode defender na  mesma plateia devem ser contestadas.

Ao defendemos o ACJ estamos a defender a cultura de Democracia, em que todos acreditamos. Os homens passam, mas a culturas políticas ficam. Pretendemos ter um país onde os políticos (e outros actores) possam  expor as suas ideias sem estas serem distorcidas. Queremos um pais em que se consegue fazer uma distinção entre a ideia/proposta e a pessoa.

Os Angolanos anciam por uma alternância; “nos últimos dos anos, em que o ACJ está a liderar a UNITA, os Angolanos tiveram uma pre-visualização do que o governo da UNITA, liderado pelo ACJ, será. É isto que está a assustar os adversários da UNITA e ACJ”. Estes querem fazer tudo para direcionar as atenções da visão que o ACJ e sua equipa pretendem concretizar no país á suas supostas falhas. Temos aqui um programa de um ataque á um só homem numa grande escala.

Para muitos de nós, que soubemos o imenso sofrimento do nosso povo, as propostas do ACJ são de extrema importância.

Existe em Angola comunidades a passarem a fome, sem saúde, sem escolas, em áreas sem infraestruturas. Hoje a sua única esperança é o ACJ e a UNITA.

O ACJ é o primeiro a insistir que a tarefa de transformar Angola vai ter que ser colectiva — todos nós, não através de insultos e calúnias, mais coperando num espírito de irmandade, poderemos ter um país digno. Para isto, vamos mesmo ter que defender o ACJ!

 

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